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Velocidade de Obturador ou tempo de Exposição

O que é a velocidade do obturador, ou tempo de exposição?

A resposta pode parecer muito óbvia, mas existem algumas especificidades dentro deste assunto que merecem ser estudadas.

A velocidade do obturador é um dos três pilares da fotografia, sendo os outros dois a abertura e o ISO. Também é conhecido como tempo de exposição, e define-se como sendo a duração de tempo em que o sensor da câmara está exposto à luz que entra nela.

Antes de entrar nos pormenores próprios do tempo de exposição, e de forma a conseguirmos melhor compreender como este fenómeno acontece, vamos olhar para a estrutura da câmara e perceber os elementos intervenientes no processo fotográfico .

Na larga maioria das câmaras DSLR, quando é pressionado o botão para tirar uma fotografia, o espelho sobe, de forma a permitir que a luz passe para a câmara, em vez de seguir o percurso até ao visor, depois do espelho subir, uma pequena cortina abre expondo o sensor à luz que entra , depois disso, o sensor é novamente coberto e o espelho volta de novo à sua posição inicial. Quanto mais tempo o sensor ficar exposto, mais luz entrará para dentro da câmara.

Camara fotográfica, estrutura de uma máquina

No modo automático da câmara, o sistema interno mede os níveis externos de luz, e calcula o tempo correto de exposição de forma a impedir que a fotografia fique sub exposta (com pouca luz), o que resulta de um tempo menor do que o necessário, ou sobre exposta (com luz a mais) resultante de um tempo maior do que aquele que é necessário.

A velocidade de obturação pode ser controlada de duas formas, ou utilizando o modo de prioridade ao obturador (Shutter), designado pelas letras S, ou Tv em algumas outras câmaras.

Nikon VS Canon

As velocidades do obturador são medidas em fracções de segundos, quando a exposição não excede o segundo, por exemplo 1/8 designa um oitavo de segundo de tempo de exposição ou 0,125 segundos, 1/250 corresponde a um período de 0,004 segundos.

Velocidade de obturador

A maioria das câmaras de hoje em dia conseguem chegar à velocidade de 1/4000 ou até 1/8000 de um segundo, e no outro extremo regra geral apresentam a opção de expor até 30 segundos.

De qualquer dos modos, 30 segundos por vezes não são suficientes para os efeitos fotográficos desejados, razão pela qual existe um outro modo na câmara chamado de Bulb mode, que permite estender o tempo de exposição até ao momento em que o fotografo decidir terminar.

Night Shot, star shooting

De forma a activar este modo, seleccione o modo Bulb na sua câmara, regra geral representado pela letra B, em modelos mais actuais mirrorless (sem espelho), o desbloqueio desta função aparece nos menus próprios de cada máquina.

Para tirar a fotografia, basta pressionar para o seu inicio, contabilizar o tempo pretendido, e no final voltar a pressionar o mesmo botão para terminar a exposição.

É bom percebermos os diferentes efeitos que a velocidade de obturador pode ter, uma vez que a sua selecção pode alterar drasticamente o tipo de fotografia que obtemos.

As velocidades mais rápidas, regra geral acima de 1/1000 de um segundo, são suficientes para congelar o movimento em desportos, vida animais ou mesmo gotas de agua e pequenas partículas.

Low Shutter speed

Na fotografia menos exigente, 1/100 costuma ser um valor suficiente para impedir que o objecto fotografado não desfoque. Usando velocidades mais baixas, a fotografia pode ficar tremida devido a movimentos involuntários das mãos, ou por vezes devido ao facto de se causar pressão e desequilibro na maquina quando se pressiona o botão.

Muitas lentes e maquinas, de forma a prevenir este efeito indesejado, começaram a apresentar sistemas de controlo destas vibrações, existindo lentes com alguma estabilização interna, bem como corpos de máquinas que integram esta mesma estabilização.

NYC

Na fotografia nocturna utiliza-se por regra tempos de exposição mais altos de forma a conseguir mais luz nas fotografias sem o recurso ao aumento do ISO.

As fotografias da via láctea, estrelas, contemplam a utilização muitas vezes tempos de tempos superiores a 30 segundos.

Conhecer de forma teórica e prática os efeitos da velocidade de obturação, ajudarão a uma decisão educada de qual escolher no momento de fotografar, e a chegar mais perto daquilo que pretende da sua fotografia. Seja isso congelar o momento, criar um efeito de arrastamento, deixar entrar pouca luz ou muita.

Apesar de este ser um conceito simples da fotografia, é extremamente importante para contribuir para a qualidade das nossas fotografias.

New York City

O que é a abertura em Fotografia?

O que é a abertura na fotografia? Metamorpheu.com

Para verem este conteúdo em formato de vídeo consultem o canal http://www.youtube.com/metamorpheu ou para lerem este mesmo conteudo acedam ao blog na página http://www.metamorpheu.com

O que é a abertura?

Talvez um dos mais importantes parâmetros da Fotografia, a abertura tem uma enorme importância na composição, e na preparação de uma fotografia.

De forma simplista, a abertura é o buraco na lente por onde a luz entra para viajar até dentro do corpo da máquina onde se encontra o sensor.

Para compreender melhor, vamos ver o olho humano. Todas as câmaras são desenhadas de forma similar ao olho humano, a córnea dos nossos olhos é similar ao elemento frontal das lentes das câmaras, juntando a luz e dobrando-a em direcção à íris.

A Íris pode contrair ou expandir, controlando o tamanho da pupila que passa a luz para dentro do olho.

A pupila é aquilo que na fotografia tem equiparação com a abertura.

A quantidade de luz que chega à retina, é determinada pelo tamanho da pupila. Quanto maior estiver a pupila, mais luz chega à retina, igualmente, quanto maior a abertura, mais luz chega ao sensor.

A iris da lente controla  o tamanho da abertura e é chamada de diafragma.

A principal função do diafragma é a de bloquear toda a luz, menos aquela que passa pela abertura.

Em fotografia, a abertura é expressa em Números F, conhecidos como F Stops, os F Stops servem para descrever o quão aberta ou fechada está a abertura.

Um F stop menor quer dizer uma abertura maior enquanto um fstop maior quer dizer uma abertura menor.

Á partida isto pode parecer anacrónico, já que números mais pequenos dizem respeito a aberturas maiores, no entanto, se pensarmos que o numero representa o bloqueio de luz, quanto maior o numero, maior o bloqueio, o que quer dizer que vamos ter uma abertura menor.

Além de controlar a quantidade de luz que passa pela lente até ao interior da camara, a abertura tem um impacto directo sobre a profundidade de campo, que é a área da imagem que aparece bem definida e focada.

Um Fstop alto como F16, vai fazer com que todos os elementos próximos e longínquos fiquem bem focados, enquanto um numero mais baixo como por exemplo f 1.4, vai fazer com que fiquem isolados os elementos que escolhermos com o foco da lente, deixando tudo o resto desfocado.

Todas as lentes tem limites inferiores e superiores à abertura.  Se verificarem as especificações das vossas lentes, elas devem lá ter expressos os valores máximos, F Stops mais baixos e os mínimos, F Stops mais altos.

A abertura máxima de uma lente é sempre mais importante do que a abertura mínima, já que expressa a velocidade da lente. Lentes com aberturas de 1.4 ou 1.8 são consideradas lentes rápidas, já que passam mais luz para dentro do sensor do que lentes com aberturas máximas de F4 ou de F 5.6 .  

Por esta razão, a fotografia e videografia nocturnas requerem lentes rápidas.

A abertura mínima de uma lente não é regra geral muito importante, e a sua utilização nos valores de extremo gera difracção de luz  e pode causar  vários problemas à fotografia tais como perda de clareza.

É importante referir os dois tipos de lentes, primes e lentes de zoom, as lentes prime tem uma distancia focal fixa, o que quer dizer que não nos  permitem ampliar ou diminuir o tamanho do objeto que focamos, sem que fisicamente nos tenhamos de aproximar ou afastar dele.

As lentes de zoom dão-nos a flexibilidade de ficarmos mais próximos ou longe do objeto focado, sem sairmos do mesmo lugar. Enquanto as lentes prime tem uma abertura máxima fixa, a abertura máxima de uma lente zoom pode ser fixa ou variável, sendo mais comum vermos lentes de zoom em que a abertura máxima varia consoante a distancia focal.

O facto de uma lente zoom ter uma abertura fixa, é regra geral um critério que a torna mais cara do que modelos equiparados com variabilidade de abertura em função da distancia focal.

Pelo facto de a abertura ter um impacto direto sobre a quantidade de luz que entra para a camara, a sua influencia no equilíbrio da exposição interfere com os outros dois elementos importantes da mesma, como a velocidade do obturador e o ISO.

Uma abertura maior, ou um Fstop mais baixo, deixa entrar mais luz até ao sensor, e permite-nos usar uma velocidade de obturador mais alta ou um valor de ISO mais baixo.    

Os benefícios da utilização de uma abertura maior  são os de manter os níveis de ISO mais baixos, diminuindo a possibilidade de ruido na imagem, e no caso da velocidade do obturador, o de nos permitir subir o seu valor eliminando os arrastamentos de qualquer movimento na imagem, tornando-a mais definida.

Velocidades mais altas de obturador podem ser necessárias para fotografar atividades com mais movimento como por exemplo desportos ou mesmo fotografia de animais selvagens.

Uma abertura maior da lente pode então ajudar a aumentar a velocidade de obturação, ou decrescer o valor de ISO, se não for necessário alterar o valor do obturador.

Para tirar fotografias noturnas à via láctea, lua e estrelas, são aconselhadas lentes mais rápidas, já que elas permitem a entrada de mais luz.

As menores aberturas também são úteis, fotografar paisagens exige muita das vezes tudo em foco, ao utilizar um F stop mais alto, a definição e foco de todos os elementos torna-se maior, eliminando áreas desfocadas e permitindo uma boa definição de todos os elementos da paisagem.

De forma a poder controlar os valores de abertura, selecione na sua camara o modo de Prioridade à abertura designado por um A ou AV ou modo manual designado pela letra M.

O modo de prioridade à Abertura permite-nos mudar os valores de abertura manualmente deixando a cargo do sistema interno de medição da maquina calcular os melhores valores para o ISO e o valor da velocidade de obturador.

O modo manual permite um acesso a todos os parâmetros da camara e a sua configuração manual por completo.

O uso recursivo do modo manual pode ser um pouco intimidatório no inicio, mas traz-nos um conhecimento cada vez mais profundo acerca de como tirar cada vez melhores fotografias, sejam elas pensadas com antecedência, sejam elas em reacção a algo que nos aparece num momento específico.

Como em tudo na vida, a prática faz a mestria, por isso boa sorte para todos vós a fotografar por aí.

Modos de Funcionamento da Maquina Fotográfica

A quantidade de luz que entra na câmara é o que determina se ela terá uma exposição apropriada ou se ficará sobre exposta ou subexposta. Para definir isso, o fotógrafo precisa levar em conta três variáveis, sempre considerando a iluminação do ambiente: ISO, abertura do diafragma e velocidade do obturador. Todas elas podem ser alteradas em equipamentos que contam com o modo M (manual).

Auto

Normalmente este modo é representado por uma caixa verde com ou sem a palavra “AUTO” ou um pequeno ícone de câmara verde. O modo automático é exatamente o que parece; ele permite transformar a DSLR numa câmara sofisticada pronta a apontar e disparar. Neste modo, a câmara procura a área dentro do seu quadro para as condições de iluminação. Em seguida faz um palpite sobre qual deve ser o seu ponto ou pontos de foco, abertura, velocidade do obturador, balanço de branco, ISO e quaisquer outras configurações pertinentes. As câmaras digitais modernas são tão inteligentes que todo o processo leva menos de um segundo. Embora seja fácil de usar, o modo automático oferece pouco ou nenhum controle de qualquer parâmetro, incluindo o foco da câmara.

Aperture Priority

Este modo é normalmente denominado por A ou AV, dependendo da marca de câmara. Este modo permite definir a sua abertura e, em seguida, a câmara altera automaticamente as outras configurações para que funcionem com a abertura que foi selecionada. A abertura é, na verdade, a largura do orifício dentro da lente que abre e fecha. À medida que a abertura aumenta (e o número que indica a abertura fica menor), mais luz entra. A abertura controla dois componentes principais da fotografia; o primeiro é a quantidade de luz que atinge o sensor interno da câmara. O outro elemento é a profundidade do foco. Simplificando, quanto maior for a abertura, menor será a profundidade de foco. Se a profundidade do foco é sua principal preocupação, este pode ser o modo de fotografia certo.

Program Mode

O modo de programa gera alguma confusão por dois motivos. A primeira razão é que em algumas câmaras o P significa modo automático em vez de modo de programa. Se a sua câmara não parece ter um modo automático, é uma boa aposta girar esse dial para o modo P e resolverá o problema. A outra razão pela qual é um pouco intrigante, é que o modo de programa é como o modo automático, à exceção de  desligar ou ligar o flash e definir manualmente o equilíbrio do branco. Os recursos do modo de programa variam de acordo com a marca e o modelo da câmara. Algumas permitem que configurações como ISO e pontos de foco, outras permitem uma combinação de abertura / obturador, enquanto outras novamente terão opções mais limitadas.

Shutter Priority

Modo de prioridade do obturador. A prioridade do obturador pode ser selecionada girando o seletor para S ou TV, dependendo da câmara. O modo de prioridade do obturador permite selecionar a velocidade do obturador e, em seguida, a câmara ajusta a abertura para um valor que funcionará com a velocidade do obturador que foi selecionada para criar uma fotografia com exposição adequada. A velocidade do obturador controla a rapidez ou a lentidão com que o obturador fecha. Isso permite controlar a quantidade de luz que entra na lente. Quanto mais tempo o obturador fica aberto, mais tempo a luz tem para entrar na câmara e atingir o sensor para criar a imagem. Ele também controla a quantidade de movimento visível na foto. Conforme a velocidade do obturador aumenta, o movimento é congelado, ao passo que diminuir a velocidade do obturador aumenta a visibilidade do movimento.

Manual Mode

Modo manual. O modo manual é quase sempre marcado com um M. Esta é a bicicleta sem as rodinhas de apoio. Neste modo todos os parâmetros tem de ser configurados manualmente sem qualquer calculo interno da máquina para compensar. Existe um controle total sobre todos os aspetos da fotografia, incluindo a escolha da velocidade do obturador, ISO, abertura, balanço de branco e pontos de foco.

Bulb Mode

O modo Bulb é um modo usado para exposição estendida e é indicado por um B. Normalmente, qualquer foto acima de trinta segundos enquadra-se nesta categoria, mas não há regras rígidas sobre o que é e o que não é exposição longa. Ao usar o modo bulb, pressiona-se o botão para iniciar a exposição até ao momento em que se quiser fechar, aí pressiona-se novamente, neste intermédio, o obturador permanece aberto, registando numa só fotografia tudo aquilo que ocorreu no campo focal da lente. Ao usar o modo bulb, é altamente recomendável o uso de um tripé, ou a colocação da câmara numa superfície estável onde a mesma não sofra quaisquer desvios ou vibrações. Em adição é bastante útil o uso de um comando para efetuar o disparo inicial e final, já que, a vibração causada pelo dedo no botão da máquina pode criar efeitos indesejados na longa exposição.

Acessórios de Fotografia

– Tripés

Um dos acessórios essenciais da maquina fotográfica é o tripé. Apesar de existirem um conjunto de situações em que o uso do tripé é escusado ou improdutivo, muitas situações requerem a utilização deste acessório. Sempre que temos de baixar o shutterspeed, e em que qualquer imprecisão durante o período de exposição pode levar a que a fotografia fique “tremida”,em longas sequencias fotográficas em que a composição tem de ser sempre igual ou mesmo quando fotografamos em baixa luz.

A sua utilização, sempre que possível aumenta imenso a estabilidade das fotografias produzindo melhores resultados, com imagens mais claras e mais bem definidas. Usar um tripé por vezes obriga-nos a pensar melhor as composições, já que todo o processo de montagem e calibração demora mais tempo do que apontar e disparar. Todos os ajustes necessários à melhoria da imagem tornam-se mais fáceis com a maquina parada no tripé, com a composição que queremos, podendo regular com mais precisão todos os parâmetros a definir.

– Remotes

Concebidos para poder iniciar a fotografia à distancia, estes mecanismos são especialmente úteis no âmbito da fotografia nocturna e na utilização do BULB Mode da máquina, os comandos à distancia permitem tirar a fotografia sem causar vibrações no momento em que a exposição inicia, fazendo com que o produto final seja uma fotografia muito mais bem definida. Alguns comandos permitem fazer temporizações entre fotografias, sendo particularmente úteis para maquinas que não possuem essa acessibilidade, desbloqueando a possibilidade de tirar sequencias e fazer timelapses.

– Sliders

Os sliders tal como os tripés permitem-nos manter a camara super estável, tendo no entanto algum espaço de manobra para poder compor fotografia sequencialmente, ou mesmo vídeo. Podem ser utilizados no topo de uma base de tripé. Em conjunção com motorização e estabilização permitem fazer sequencias de fotografias com uma movimentação determinada. Muito utilizados em timelapses nocturnos, entrevistas, pequenas sequencias de vídeo com movimentações mais curtas.

– Gimbals e Steady Cam

Porque cada vez mais assistimos a uma mistura da utilização criativa de materiais do âmbito do vídeo na fotografia, os gimbals e steady cams, passaram também a ser utilizados na fotografia. O Stop Motion, Timelapse e Hiperlapse, técnicas que agregam fotografias para criar uma sequencia de vídeo, podem beneficiar imenso da utilização destes mecanismos de estabilização.

– Drones

O Drone é por essência hoje em dia vendido com uma camara incorporada vocacionada para fazer fotografia e vídeo, por ser uma lente que se encontra incorporada num todo mecânico que lhe dá estabilização, pode à partida fazer uma boa exploração das técnicas de hiperlapse. Alguns drones de segmentos mais profissionais requerem mais do que uma pessoa para controlar fotografia ou vídeo aéreo, ficando um dos operadores a controlar as opções de voo, enquanto o fotografo ou videografo controla todos os parâmetros da câmara, bem como a composição fotográfica. Na composição de vídeo, o dialogo entre os dois é fundamental para que a rota do drone e movimento, acompanhem os desejos em termos de composição do videografo ou realizador.

Câmara Fotográfica

Existem 10 peças básicas de câmara para identificar no mundo digital de hoje. Estas peças serão inevitavelmente encontradas na maioria das câmaras de hoje em dia.

  1. Corpo da Máquina

O corpo é a parte principal da câmara e os corpos podem ter várias formas e tamanhos diferentes. As DSLRs tendem a ser maiores e um pouco mais pesadas, enquanto há outras câmaras de consumo que são convenientemente menores e cabem no bolso.

  • Sensor

O sensor de imagem converte a imagem ótica num sinal eletrônico, que é enviado para o cartão de memória. Existem dois tipos principais de sensores de imagem usados ​​na maioria das câmaras digitais: CMOS e CCD. Ambas as formas do sensor realizam a mesma tarefa, mas cada uma tem um método diferente de desempenho. Existem também diferentes tamanhos de sensor, cada tamanho de sensor traz implicações em termos de escolha de lentes já que implicam um factor de crop sobre a distância focal da lente.

Simplificando, uma lente de 16mm num sensor Full Frame, passa a ser uma lente de 21mm num sensor APSC-H, 25mm num sensor APS-C, 32mm num sensor micro ¾ e assim sucessivamente. Para chegar a estes valores basta apenas multiplicar o valor da distancia focal da lente, pelo factor de crop do sensor.

  • ViewFinder

O visor pode ser encontrado em todas as DSLRs e alguns modelos compactos digitais. Em DSLRs, será a principal fonte visual para a obtenção de imagens, mas muitos dos compactos digitais de hoje substituíram o visor típico por uma tela LCD. Existe uma oferta crescente neste campo ultimamente, tendo surgido visores externos, passiveis de serem ligados à camara via wireless ou hdmi, algo útil para alguns tipos de fotografia, ou mesmo para alguns cenários, em que a perceção da composição ou exposição não seja muito percetível com o recurso apenas ao viewfinder ou display da própria máquina.

  • Display

A tela LCD fica na parte de trás do corpo e pode variar em tamanho. Em câmaras digitais compactas, o LCD normalmente começa a substituir o visor completamente. Em DSLRs, o LCD serve principalmente para visualizar fotos após o disparo, mas muitas câmaras também possuem um “modo ao vivo”, o que permite fotografar olhando apenas para ele, com o desenvolvimento e adaptações ergonómicas às necessidades de mercado, surgem cada vez mais displays destacáveis de forma a permitir tirar fotografias em modo selfie, ou explorar ângulos de outra forma extremamente difíceis de explorar. Existem também monitores externos que nos permitem uma correta leitura de todos os níveis, e adicionam algumas funcionalidades à nossa camara.

Não sendo de todo imprescindível, uma ferramenta como um monitor externo, como por exemplo o Atomos na fotografia acima, permite-nos uma melhor e mais correta leitura em termos de foco, exposição, cores, melhorando a nossa capacidade de tornar mais profissional o trabalho tanto na fotografia como no vídeo. Estes monitores trazem uma melhor calibração de níveis de cor, bem como mais luminosidade do que um viewfinder ou display nativo da camara.

Algumas marcas disponibilizam nos seus menus algumas das funcionalidades que são mais valias destes sistemas como o Focus Peaking, False colour, Zebra, Isolar canais de cor, Vector Scope, entre outras funcionalidades.

5. Cartão de Memória

O cartão de memória armazena todas as informações da imagem e variam em tamanho e capacidade de velocidade. Os principais tipos de cartões de memória disponíveis são os cartões CF e SD, existindo camaras que possuem ambos os sistemas. Cartões de memória em duplicado permitem várias coisas diferentes: gravar em duplicado, gravar ficheiros em bruto (RAW) num cartão e JPGS noutro, gravar vídeos para um cartão e fotos para outro. Dependendo da camara, há varias possibilidades no registo de ficheiros.

6. Botão de disparo

O botão de libertação do obturador é o mecanismo que “liberta” o obturador e, portanto, permite capturar a imagem. O tempo que o obturador permanece aberto ou “exposto” é determinado pela velocidade do obturador.

7. Controlo de Abertura

A abertura afeta a exposição da imagem, alterando o diâmetro da abertura da lente, que controla a quantidade de luz que chega ao sensor de imagem. Algumas máquinas compactas terão lentes de abertura fixa, mas a maioria das câmaras compactas de hoje tem pelo menos uma pequena faixa de abertura. Este intervalo será expresso em f / pontos. Para as DSLRs, a lente varia nos limites de f / stop, mas geralmente é facilmente definido pela leitura do lado da lente ou na frente da mesma. Haverá um conjunto de números indicando a faixa de f / stop ou f / stop, ex: f / 2.8 ou f / 3.5-5.6. Essas serão as configurações mais baixas disponíveis com essa lente.

8. Flash

O flash integrado está disponível em quase todas as câmaras da gama de consumidor, não existe praticamente em DSLRs de nível profissional, regra geral, com estas camaras são utilizados flash dedicados que comunicam com a camara por via de cabos, por radiofrequências ou por sistemas wireless das camaras. O flash é um elemento de iluminação que nem sempre sendo essencial, para determinados âmbitos da fotografia é determinante.

9. Controles do utilizador

Os controles em cada câmara irão variar dependendo do modelo e tipo. Os modelos compactos digitais básicos podem ter apenas configurações automáticas que podem ser usadas para ambientes diferentes, enquanto uma DSLR tem vários controles para disparo automático e manual junto com configurações personalizadas.

10. Lentes

A lente é uma das partes mais vitais de uma câmara. A luz entra pela lente e é aqui que começa o processo fotográfico. As lentes podem ser fixadas permanentemente ao corpo ou intercambiáveis. Eles também podem variar em comprimento focal, abertura e outros detalhes. Existem duas grandes categorias de lentes, as lentes prime, que tem apenas uma distancia focal fixa, e as lentes de zoom. Dentro das lentes de zoom existem algumas cuja abertura é fixa e outras variável.

Relax – “Ascent” – Relaxing Healing Dream, Peaceful Chill Calming Ambient Music

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Lost my drone!

I lost my Drone! Yes… It was a very stressfull experience, yet I’ve learned a lot from it, here is the video where I talk about the way I found to get him back 7 days after I lost him! Hope you like it and take something usefull out of it.

Full explanation
Video of the moment I found it